segunda-feira, 8 de outubro de 2012



Aproximando-se de Deus com a oração

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 2 semanas atrás
Bom dia Povo de Deus! Um abraço fraterno bem apertado em cada um de vocês! Invoquemos a Rainha dos anjos e dos santos para que, sustentados por nossa fé e por nossas orações alcancemos os coraçõezinhos e consigamos passar o valor de termos uma vida de oração para nossas crianças e jovens! Paz de Cristo!

Lembrancinha para a Primeira Eucaristia

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás
Bom dia Povo de Deus! Tenho espaçado mais o tempo entre as postagens pois administrar o tempo para tantas tarefas é complicado... rsrsrs Mas estou de olho em tudo que acontece e não me afasto muito não... hoje trouxe para compartilhar umas imagens q recebi por e-mail. Uma boa sugestão para lembrancinhas e o custo é bem pouco, pois com uma folha de E.V.A vamos conseguir fazer muitos pãezinhos. Espero que gostem! Paz de Cristo!

Ladainha N.Sª para Colorir -

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 4 semanas atrás
Olá turminha essa página ficou faltando no dia em que postei aqui.

Animus Jovem 2012 - Encontro para Jovens!

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 5 semanas atrás
Foi realizado ontem o Encontro de Jovens "Animus Jovem" aqui na nossa Paróquia. Como sempre o organizador Ricardo Vargas superou-se! Foi tudo muito lindo! Com o apoio da comunidade e a intercessão de Nossa Senhora muitos jovens foram beneficiados com a realização deste evento anual. Parabéns para todos os envolvidos, Deus os abençoe! Confiram as fotos abaixo!


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Olá queridas Catequistas este site é maravilhoso.
Bom para aprendermos e revitalizar nosso estudos
http://renatosj.multiply.com/

Sep 5, '08 7:07 AM
para todos
Nova Iorque / Religião – Um desafio para os leitores de Madre Teresa: Venha, seja minha luz, a coleção de cartas da Beata Teresa de Calcutá publicada no outono passado é o de distinguir entre as palavras escuridão, aridez, desolação, incredulidade, depressão e desespero –os sete "D’s"–. A nível popular, alguns jornalistas, analistas e bloggers misturaram a "escuridão" com a "incredulidade" da Madre Teresa.
James Martin, S.J., é editor de America e o autor de A Jesuit Off Broadway: Center Stage With Jesus, Judas and Life’s Big Questions. (Um jesuíta em frente à Broadway: cenário central com Jesus, Judas e as grandes perguntas da vida).
Texto: Mirada Global: http://www.miradaglobal.com/
Foto: Itaici ( Renato,SJ)

Christopher Hitchens, escritor ateu, autor de God Is Not Great (Deus não é grande), não foi o único a se perguntar, após ler algumas seleções do livro, se a "santa dos desamparados" era uma atéia encoberta. Inclusive devotos católicos tiveram dificuldades para entender como a Madre Teresa, considerada um modelo da fé, podia ter sentido uma sensação de abandono da parte de Deus. Enquanto alguns católicos viram seu exemplo como um de fidelidade digna de se destacar, outros se sentiram perturbados ao ler frases como: "Não tenho fé". Uma mulher me perguntou: "Como posso querer rezar, quando ela não podia crer?"
Estas reações mostram quão fácil é para os meios e o público se sentirem confundidos pelas complexidades da vida espiritual e, também, quão confusa que pode se tornar a terminologia, inclusive para aqueles que têm o costume de rezar.
Os "sete D’s", não obstante, são claros, e há muito tempo os guias espirituais cristãos usam termos específicos para se referirem a diferentes experiências. Um pode experimentar sequidão sem depressão (por exemplo, durante um retiro quando se intui que o período de sequidão na oração é temporal). Pode-se estar na escuridão sem ser incrédulo (como sucedeu com a Santa Teresa de Lisieux, que seguiu crendo apesar da sequidão espiritual rumo ao final de seus dias). As experiências também se podem encobrir. A escuridão pode levar à dúvida ocasional, como no caso da Madre Teresa. E a depressão pode levar, tal como sabem inclusive ateus e agnósticos, ao desespero.
Visível escuridão
Desde São Gregório de Nyssa, no século quarto, a escuridão foi um tema importante na espiritualidade cristã. Talvez a fonte mais citada a esse respeito é São João da Cruz, um místico espanhol. Ironicamente, é possível que seja também o mais mal citado, como se pode ver pelas freqüentes referências à "noite negra do espírito". Seu poema original do século XVI se chama simplesmente Noite escura.
"Noite escura"; entretanto, é só uma maneira de descrever uma particular maneira de se sentir afastado de Deus. Ao mesmo tempo em que São João escrevia, Santo Inácio de Loyola escreveu sobre "desolação" em seus Exercícios Espirituais. De modo que se pode, inclusive, perdoar aos cristãos mais educados que se perguntam: estes dois santos falam de dois fenômenos iguais, parecidos ou diferentes?
Para aumentar a confusão, quando um diretor espiritual usa "escuridão" outro pode usar "aridez" para descrever o mesmo fenômeno. "E, às vezes, os diretores também podem ser presumidos," diz Jane Ferdon, O.P., que capacitou diretores espirituais na Califórnia durante 20 anos. "As pessoas podem dizer que estão na escuridão e nós, os diretores espirituais, assumimos que sabemos do que estão falando!"
Talvez a confusão surja não só de um uso impreciso, variante das palavras, que se sobrepõem umas às outras, mas também de não se dar conta que todos os que rezam em algum momento se encontrarão em muitos destes estados.
Quais são estes estados? Como afetam nossa relação com Deus? A quaresma é um bom momento para refletir sobre estas categorias, não apenas como uma maneira de nos conectarmos com nossa espiritualidade, mas também como um convite para meditar sobre a própria expressão de solidão de Cristo na cruz: "Deus meu, por que me abandonaste?"
Em seguida fazemos uma breve revisão dos sete "D’s", começando por algumas definições simples, seguidas de comentários de mestres espirituais do passado e do presente.
Definições e descrições
1. A escuridão é um sentimento da ausência de Deus depois de ter desenvolvido uma relação pessoal com Ele. Para São João da Cruz existem dois tipos de "noites escuras". A "noite escura dos sentidos" é uma experiência de nossas próprias limitações e a ausência dos laços que implicam o consolo proporcionado pela oração. É "uma influência de Deus na alma, que a purga de suas ignorâncias e imperfeições habituais", escreveu São João. Em uma etapa posterior, alguns experimentam "a noite escura do espírito", que é um desafio ainda maior para a fé. Porém, ambos são passos em direção a uma união mais profunda com Deus.
Janet Ruffin, R.S.M., professora de espiritualidade e direcionamento espiritual de Fordham University, descreve a noite escura de São João como uma "experiência mística de Deus que abruma nossa maneira normal de apreender a Deus, que leva não só a um aumento da fé, da esperança e do amor, como que finalmente a um lugar de luz". Ela crê que quase todos os que rezam seriamente encontrarão a noite escura dos sentidos, mas relativamente são poucos os que viverão a noite escura da alma.
Uma experiência de escuridão pode ser uma porta para encontrar Deus no vazio e uma entrada para a via negativa. Ruth Burrows, monja carmelita, escreve em seu livro Essence of Prayer(Essência da oração) que Deus "quer que confiemos nele o suficiente para que vivamos com ele sem temor, totalmente indefesos em sua presença. Podemos realmente dizer que os ensinamentos de São João da Cruz têm como único fim nos levar rumo à sua pobreza interior".
Uma pessoa na escuridão se sente distante de Deus. Entretanto, com paciência (se é que podemos identificar qual "noite escura" se está vivendo ou não) se pode abandonar a necessidade de sentir a presença de Deus constantemente e gradualmente circular pela escuridão para descobrir uma maior intimidade com Deus.
2. A aridez é um tempo limitado em que se sente vazio na oração. "A aridez é mais temporal que a escuridão", diz William A. Barry, S.J., autor de God and You: Prayer as a Personal Relationship (Deus e você: a oração como uma relação pessoal). Qualquer um que reze de vez em quando sentirá aridez na oração, quando parece que não sucedeu nada. "Não existem muitas possibilidades de consolo sensato", disse o Padre Barry em uma entrevista.
Estas partes naturais da vida espiritual podem incrementar nossa apreciação de momentos mais enriquecedores. Nunca se sabe que tipo de mudanças interiores ocorre durante tempos de "seca", e estar com o Deus vivente em oração, sempre terá a capacidade de produzir mudanças. Sendo noviço jesuíta, em uma oportunidade confessei a meu diretor espiritual que não acontecia nada durante minhas orações. Parecia uma perda de tempo. "Estar na presença de Deus é uma perda de tempo?", me perguntou.
Inclusive amizades íntimas às vezes têm períodos de tédio ou silêncio, assim também nossa relação com Deus pode atravessar por épocas de aridez. Porém, estar com os amigos nesses momentos é necessário se quiser que a amizade se mantenha e seja mais íntima.
3. A desolação é sentir a ausência de Deus unida a uma sensação de desesperança. Santo Inácio de Loyola descreve assim "como escuridão da alma, como turbação nela, moção rumo às coisas baixas e terrenas, inquietude de várias agitações e tentações". "É mais que se sentir desalentado e triste". Com freqüência se confunde desolação com simplesmente se sentir mal"; diz Barry. "Porém é mais certo dizer que é uma sensação de estar separado de Deus".
Margaret Silf, colunista de America e autora de Inner Compass: An Invitation to Ignatian Spirituality, (Compasso interior: um convite à espiritualidade inaciana), afirma que a desolação implica em isolamento. "Os que estão desolados estão de costas à luz da presença de Deus", me disse, "e mais concentrados nas sombras". O Padre Barry concorda. "Na desolação há mais ênfase na pessoa que em Deus", diz. "Finalmente isto leva ao desespero".
A desolação é distinta da noite escura de São João. Na desolação, escreve Santo Inácio, o indivíduo é levado para uma "falta de fé" e é deixado "sem esperança nem amor". Na noite escura ocorre o contrário, à medida que um se muda para o completo abandono de Deus. "Para o que experimenta isto, pode ser mais fácil vê-lo em retrospectiva", diz Jane Ruffing. "Porém, desde o ponto de vista inaciano, a noite escura é em realidade um consolo".
A desolação que descreve Inácio pode parecer muito distante da vida do cristão médio. Contudo, é um estado comum e doloroso experimentado por muitas pessoas, acompanhado por sentimentos de "corrosiva ansiedade", como diz Inácio. Ele aconselha que em tempos assim se deve, entre outras cosas, redobrar os esforços na oração, se lembrar dos momentos em que Deus parecia estar mais presente ou se lembrar que isto finalmente passará. Também nos recorda que todos os frutos da oração são em realidade presentes de Deus, que não podemos controlar.
4. A dúvida é uma indecisão intelectual sobre a existência de Deus. Muitos crentes enfrentam esta dúvida em algum momento de suas vidas. "A maioria das pessoas se sentem aliviadas de poder falar sobre a dúvida no direcionamento espiritual", diz Ruffing. "Porém ninguém chega à fé adulta sem ter tido dúvida. E com freqüência as pessoas têm dúvidas e logo se mudam para uma fé que é mais complexa, paradoxal e finalmente, mais adulta".
A dúvida é uma experiência humana por excelência, compartilhada por quase todos os cristãos desde São Tomás Apóstolo. Recentemente, na obra de teatro ganhadora do Prêmio Pulitzer "Doubt" (Dúvida), do autor John Patrick Shanley, um sacerdote (que enfrenta suas próprias dúvidas e as dúvidas de seus paroquianos sobre sua origem) aponta esta universalidade em uma homilia: "Quando está perdido, não está sozinho".
5. A incredulidade é um estado intelectual de não aceitar a existência de Deus. Alguns comentaristas concluem que como a Madre Teresa sentiu a escuridão, ela não cria em Deus. Uma vez, em suas cartas, escreveu sem rodeios: "Não tenho fé". Porém, como explica o Padre Barry, "ela continuava rezando e escrevia cartas a Deus".
Às vezes a incredulidade é uma maneira de descartar velhas imagens de Deus que já não funcionam para um crente adulto. Margaret Silo reflete sobre sua própria experiência: "Passei por etapas em que todos os antigos fundamentos caíram e senti que já não podia seguir crendo. O que fazer então? Reforçar este velho sistema ou deixar que as coisas aconteçam e ver o que sucede? Para mim, isto finalmente me permitiu irromper para um nível mais profundo de fé, que chamaria confiança". A incredulidade é um grande desafio na vida espiritual. Se o caminho termina neste ponto, há pouco espaço para Deus. A chave está em continuar buscando, inclusive em meio da incredulidade.
6. A depressão é uma forma profunda de tristeza. Na comunidade médica e psicológica tem uma definição mais técnica. "É uma categoria clínica que com freqüência pode ser tratada medicamente", diz Barry, que também é psicólogo. "Não queremos espiritualizar problemas que são principalmente psicológicos"; diz Jane Ferdon. "Porém, hoje em dia", agrega, "também podemos psicologizar temas espirituais. Desta forma, é muito importante descobrir as verdadeiras razões da depressão".
Em "The Dark Night and Depression" (A noite escura e a depressão), um ensaio sobre o livroCarmelite Prayer (Oração carmelita), de Keith J. Egan, Kevin Culligan, sacerdote carmelita, escreve que na noite escura há uma aguda consciência de nossa própria pobreza. Entretanto, nesta escuridão não é freqüente "fazer fortes declarações de culpabilidade, de ódio em direção a si próprio, de inutilidade e idéias suicidas", como ocorre durante períodos de depressão clínica.
Assim se pode estar na escuridão, mas não deprimido. E vice-versa? O Padre Barry responde: "é raro que a pessoa que está clinicamente deprimida encontre consolo na oração".
Therese Borchard, que escreve um blog sobre a depressão, "Beyond blue" para a página de espiritualidade Beliefnet, sofreu depressões. Ela entende desde o ponto de vista teórico e pessoal, e concorda com Barry. "Quando se está deprimido se está muito transtornado com Deus", me disse. "Algumas pessoas podem se aproximar de Deus enquanto lutam para expressar sua ira e também se aferram a Deus como última esperança. Outras podem se distanciar e se afastarem de Deus. Em geral, contudo, a depressão geralmente leva à escuridão e aridez da oração." A depressão clínica tem que ser tratada por profissionais médicos como também deve ter um espaço de tratamento espiritual.
Como os diretores e conselheiros espirituais distinguem entre escuridão e depressão? "Quando estou com pessoas deprimidas, me sinto engolida por sua depressão", diz Jane Ruffing. "É o oposto com pessoas que estão transitando pela noite escura. Em uma oportunidade acompanhei uma de nossas irmãs, que estava morrendo, em uma experiência deste tipo, em sua presença senti a luminosidade de Deus - apesar dela não ter podido senti-la em absoluto".
A pena é diferente da depressão. Como diz Barry: "A pena por uma realidade triste de sua vida pode ser um sinal que está em contato com Deus." Jane Ferdon diz. "Estas são algumas das pessoas que estão mais vivas, já que sentem profundamente".
7. A desesperança é uma sensação que tudo está e continuará sem esperança. O monge trapista, Thomas Merton, definiu a desesperança em seu livro New Seeds of Contemplation (Novas sementes de contemplação) como "o último estado de desenvolvimento de um orgulho tão grande e arrogante que prefere aceitar a miséria total da condenação eterna em vez de aceitar que Deus está por sobre nós e que não somos capazes de cumprir com nossos destinos por nós mesmos". A forma de desespero que descreve Merton implica que sabemos mais que Deus e o que "sabemos" é que as coisas nunca serão melhores. Este orgulho conduz a um ponto morto espiritual: a desesperança.
Isto pode soar duro. Para aqueles que vivem em completa miséria, confrontados às enfermidades que ameaçam suas vidas ou outro tipo de tragédia, a desesperança pode parecer como uma resposta racional. Também pode surgir da depressão. "Quando se está deprimido, freqüentemente não se tem esperança", diz Therese Borchard, "e isto pode levar à desesperança".
Jane Ferdon crê que às vezes a desesperança não é um ponto morto espiritual, mas sim apropriado. Lembra de uma mulher que descrevia suas dolorosas circunstâncias dizendo: "Sinto como se caminhasse entre os mortos-vivos". Ferdon sempre pergunta às pessoas se podem encontrar Deus neste estado. "Da mesma maneira, é importante saber se a desesperança é um reflexo de outra coisa, por exemplo, solidão ou depressão e o que sucede quando a pessoa leva essa desesperança para a oração. Às vezes a pessoa não quer rezar sobre isso e, quando não quer, por que não quer? Talvez aqui entre a definição de orgulho de Thomas Merton".
Com muito respeito, Ferdon diverge de Merton em identificar de maneira definitiva a desesperança com o orgulho. "Pode ser que o orgulho seja realmente o contrário do que está sucedendo. A desesperança pode ser uma experiência de abandonar nossa necessidade de controlar tudo e pode levar a uma mudança, a revitalização e até ao consolo." De maneira que enquanto uma desesperança que diz: "Nada pode mudar" é perigosa para a vida espiritual, uma desesperança que diz: "Não sou capaz de conseguir sozinha" pode orientar para o crescimento.
Distinções e libertação
Não é necessário ser um estudioso da espiritualidade cristã, um diretor espiritual ou uma pessoa sob guia espiritual para se dar conta que desenredar estes laços espirituais pode ser esperançoso, clarificador, consolador e libertador. Compreender que a maioria destas experiências é freqüente nos pode alentar porque reduzem a ansiedade. "Estas são etapas na vida espiritual de todos"; diz Janet Ruffing. Saber que estas etapas não são idênticas pode ser esclarecedor e ajudar a discernir as respostas corretas frente a diferentes acontecimentos de nossa vida espiritual. (Santo Inácio, por exemplo, receita passos muito definidos quando nos encontramos desolados). Ser capazes de levar estas experiências para a oração pode ser consolador, dado que podem aprofundar nossa relação com Deus, da mesma maneira que falar sobre um tema delicado com um amigo pode fortalecer a amizade ou levar a uma maior intimidade.
Finalmente, saber que todas estas experiências nos podem levar a Deus, nos podem libertar do medo, que pode chegar a mutilar nossa vida espiritual. Porque o Deus de quem Jesus se sentiu abandonado na cruz é o mesmo Deus que libertou Jesus da morte, lhe dando nova vida. "Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?" é o começo do Salmo 22. Um pouco mais abaixo, não obstante, o salmista canta outra canção: "não esconde seu rosto de mim, mas me escuta quando clamo por ele".
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Aproximando-se de Deus com a oração

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 6 dias atrás
Bom dia Povo de Deus! Um abraço fraterno bem apertado em cada um de vocês! Invoquemos a Rainha dos anjos e dos santos para que, sustentados por nossa fé e por nossas orações alcancemos os coraçõezinhos e consigamos passar o valor de termos uma vida de oração para nossas crianças e jovens! Paz de Cristo!

Lembrancinha para a Primeira Eucaristia

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 1 semana atrás
Bom dia Povo de Deus! Tenho espaçado mais o tempo entre as postagens pois administrar o tempo para tantas tarefas é complicado... rsrsrs Mas estou de olho em tudo que acontece e não me afasto muito não... hoje trouxe para compartilhar umas imagens q recebi por e-mail. Uma boa sugestão para lembrancinhas e o custo é bem pouco, pois com uma folha de E.V.A vamos conseguir fazer muitos pãezinhos. Espero que gostem! Paz de Cristo!

Ladainha N.Sª para Colorir -

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás
Olá turminha essa página ficou faltando no dia em que postei aqui.
Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás
Bom dia meus amado Povo de Deus! Se vocês pensam que Raimundo Nonato é apenas a personagem da famosa Escola do prof.Raimundo, se enganou. Hoje, é dia deste santo. Vejam que linda sua história! Por ter encontrado dificuldades para vir à luz, é invocado como patrono e protetor das parturientes e das parteiras (seu nome significa "não nascido" porque foi extraído vivo das entranhas da mãe já morta). São Raimundo Nonato nasceu na Espanha, no ano de 1200. Ainda menino, teve de guardar o gado e, durante seus anos de pastor, visitava constantemente uma ermida de São Nicolau, o... mais »

Atividade Mandamentos da Igreja

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás

Minha irritação e perplexidade...

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás
Bom dia Povo de Deus!!! Como catequistas devemos formar e expor nossas opiniões, principalmente quando com elas poderemos impedir que se proliferem verdadeiras heresias contra Nosso Senhor Jesus Cristo! Circulam pela internet algumas notícias sobre o novo filme protagonizado por Renato Aragão, intitulado “O segundo filho de Deus”. Até aí tudo bem... todos nós somos filhos de Deus. Mas o problema é que o roteiro deste filme coloca Renato como o suposto “segundo filho de Deus” que vem para cumprir a missão que Jesus fracassou. Isso é um absurdo! É a mais pura blasfêmia, heresia... mais »


Santo Agostinho - 28 de Agosto

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 3 semanas atrás
* * ** * Bom dia Povo de Deus! Hoje nós e o Céu comemoramos o dia de Santo Agostinho. Gosto de mais de ler e contar a sua história... através dela podemos ver que a misericórdia de Deus pode nos alcançar... Agostinho não nasceu santo... pelo contrário... andou muito tempo afastado de Deus, mas quando aconteceu a sua conversão... que coisa maravilhosa! É o pensador que, através da sua vasta produção literária, marcou mais profundamente a especulação cristã. Sua profunda cultura humanista tornou-se sensível aos grandes temas que preocupavam e preocupam o ser humano: o bem e ... mais »

Mural mês da Bíblia

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 4 semanas atrás
Olá povo de Deus! Passando por aqui para postar o mural que fiz... pode ser que sirva de ideia para alguém! Setembro é o mês da Bíblia, vamos nos preparar!

Santa Monica - 27/08

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 4 semanas atrás
Ela nasceu em Tagaste, Algéria, em 332. Casou-se cedo com Patrício; ele era pagão e tinha um temperamento violento. A vida de casada de Mônica era muito difícil, seu marido se aborrecia com suas orações. Muitas mulheres de Tagaste tinham problemas em casa e Mônica, com sua doçura e paciência, era um exemplo para elas. O casal teve três filhos: Agostinho, Navigius e Perpétua. Nenhum deles foi batizado enquanto pequeno. Agostinho lhe dava muitos problemas e foi mandado para Madaura para estudar. Ela após anos de sofrimentos e perseverança na oração teve uma compensação: a co... mais »

Deus quer a nossa felicidade

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 4 semanas atrás
Bom dia Povo de Deus! Hoje eu estou muito contente... e vou contar o motivo! Estou viva e Jesus me ama! Então xô tristeza! Xô baixo astral!!! Vamos incentivar e estimular nossos catequizandos a serem felizes? Com certeza algum deles deve conviver com alguém que sofre de depressão... Vamos então pedir a Jesus que eles sejam instrumentos para espantarem a depressão de seus lares. Deus nos quer felizes, o céu está aberto e trazer essa alegria no nosso dia-a-dia, mesmo diante das dificuldades é dizer pro mundo, eu sou repleto da presença de Deus, eu sou feliz porque busco a Santida... mais »

Vamos ajudar? "Que a saúde se difunda sobre a terra"

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 4 semanas atrás
Olá Povo de Deus! "A solidariedade é contagiosa. Contagie e se deixe contagiar." Nossa querida Catequista Unida Sheila do semeandocatequese.blogspot.com está passando por um momento delicado... Descobriu que está com uma doença degenerativa da córnea chamada Ceratocone. E não tem cura, só com transplante de córnea e mesmo assim não dá 100% de chance. Ainda mais que a lesão ocorreu após a cirurgia de miopia. Está também com suspeita de glaucoma, pois a pressão dos olhos está bem elevada. Resumindo: o problema é grave mas 

Mandamentos da Igreja - Mudou em 2005, você sabia? Continuação

Claudia de Jesus PinheiroemCatequese na Net - 5 semanas atrás
Olá povo de Deus! Recebi alguns e-mails e também a Cris comentou no post anterior sobre a mudança no enunciado do 5º mandamento... a verdade é que foi pouco comentado... mas divulgado foi. O fato é que muitas vezes nós católicos não nos habituamos a ler as notícias diretamente na fonte... muitas vezes fazemos parte de determinadas pastorais mas não aprofundamos nossos conhecimentos sobre o tema... é uma pena mas é a realidade. Costumo dizer que a maioria das pessoas compram equipamentos novos mas não querem perder tempo lendo o manual.... ou então olham apenas as figur... mais »

quarta-feira, 15 de agosto de 2012


Vaticano define Igreja Católica como única religião de Cristo

VALQUIRIA REY
da BBC, de Roma
O Vaticano publicou nesta terça-feira documento afirmando que a Igreja Católica é, sempre foi e será a única igreja de Cristo.
Com o título "Repostas a questões relativas a alguns aspectos da doutrina sobre a Igreja", o texto da Santa Sé procura esclarecer o que considera como "interpretações desviantes e em descontinuidade com a doutrina católica tradicional sobre a natureza da igreja", que ocorreram depois da publicação do documento Lumem Gentium ("A luz das nações"), do Concílio Vaticano 2º (1962-1965), dizendo que a única igreja de Cristo "subsiste" na Igreja Católica.
"Cristo constituiu sobre a terra uma única Igreja e instituiu-a como grupo visível e comunidade espiritual, que desde a sua origem e no curso da história sempre existe e existirá", diz o texto. "Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele."
A nova publicação assinada pela Congregação para a Doutrina da Fé, responsável por promover e tutelar a doutrina da fé e a moral no mundo católico, diz que "com a palavra 'subsistir' o Concílio queria exprimir a singularidade e não a multiplicabilidade da Igreja de Cristo: a Igreja existe como único sujeito na realidade histórica".
"Contrariamente a tantas interpretações sem fundamento, não significa que a Igreja Católica abandone a convicção de ser a única verdadeira Igreja de Cristo, mas simplesmente significa uma maior abertura à particular exigência do ecumenismo de reconhecer o caráter e dimensão realmente eclesiais das comunidades cristãs não em plena comunhão com a Igreja Católica", diz o documento.
Leonardo Boff
O tema já foi desmentido em inúmeras ocasiões pelos papas que comandaram o Vaticano antes de Bento 16. Entre elas, em 1973, com a declaração Mysterium Ecclesiae de Paulo 6º e, em 2000, com a Dominus Iesus, aprovada por João Paulo 2º.
No texto publicado nesta terça-feira pelo Vaticano é lembrada também a notificação de 1985 da Congregação para a Doutrina da Fé sobre os escritos do teólogo Leonardo Boff, segundo o qual a única Igreja de Cristo "pode também subsistir noutras igrejas cristãs".
Naquela ocasião, a Congregação puniu o brasileiro pelo que considerou um equívoco e disse que o Concílio adotou a palavra subsiste, precisamente para esclarecer que existe uma só "subsistência" da verdadeira Igreja.
Críticas e mal-estar
Outras considerações importantes do documento devem gerar novos protestos das outras igrejas cristãs, como ocorreram anteriormente, principalmente a afirmação de que somente a Igreja Católica dispõe de todos os meios de salvação e de que, fora dela, existem apenas "comunidades eclesiais".
"Embora estas claras afirmações tenham criado mal-estar nas comunidades interessadas e também no campo católico, não se vê, por outro lado, como se possa atribuir a essas comunidades o título de Igreja, uma vez que não aceitam o conceito teológico de Igreja no sentido católico e faltam-lhes elementos considerados eclesiais pela Igreja Católica", diz o texto.
Segundo o vaticanista Andrea Tornielli, o objetivo da nova declaração é combater o que o papa Bento 16 considera como "relativismo eclesiológico", segundo o qual todas as igrejas que dizem fazer parte do cristianismo têm o mesmo nível de verdade ou que cada uma delas não têm mais que uma parte desta verdade.
A divulgação do documento ocorre três dias depois de o papa Bento 16 ter assinado decreto que dá mais liberdade para os sacerdotes celebrarem missas em latim, uma concessão aos tradicionalistas.
Em uma carta aos bispos de todo o mundo, no último sábado, o pontífice rejeitou as críticas de que sua atitude poderia dividir os católicos.
No entanto, o documento gerou mal-estar e, segundo especialistas, poderá ameaçar também o diálogo entre cristãos e judeus.
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Ano da Fé: Vaticano divulga Carta Apostólica de Bento XVI

Leonardo Meira
Da Redação


Arquivo
''A porta da fé está sempre aberta para nós'', escreve o Papa na Carta Apostólica
O Vaticano divulgou a Carta Apostólica com a qual o PapaBento XVI proclama o Ano da Fé. O documento, intitulado Porta Fidei - A porta da Fé, foi assinado pelo Pontífice em 11 de outubro, mas foi divulgado na manhã desta segunda-feira, 17.

"A PORTA DA FÉ, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma", indica o Santo Padre no início do texto.

"Nesta perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo", salienta.

Acesse.: NA ÍNTEGRA: Carta Apostólica Porta Fidei, de Bento XVI

O Ano da Fé iniciará em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II , e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo. "Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo", explicou o Papa durante a Missa de encerramento do Encontro Novos Evangelizadores para a Nova Evangelização, que presidiu neste domingo, 16, na Basílica Vaticana.

Bento XVI salienta que atravessar a porta da fé é embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. "Este caminho tem início com o Batismo, pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna", indica.

De fato, desde o início de seu ministério 
como Sucessor de Pedro, o atual Pontífice sublinha a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. "Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos", adverte na Porta Fidei.


Ano da Fé

Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. Já o Servo de Deus Papa Paulo VI, em 1967, proclamou um ano semelhante, para celebrar o 19º centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.

"Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, 'não perdem o seu valor nem a sua beleza'. [...] Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: 'Se o lermos e recebermos guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja'", escreve Bento XVI na Carta Apostólica divulgada nesta segunda-feira.

Em 11 de Outubro de 2012, além dos 50 anos da convocação do Vaticano II, também se completarão 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo Beato Papa João Paulo II . Conforme Bento XVI, este Ano deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo a sua síntese sistemática e orgânica.

"Assim, no Ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural. [...] Com tal finalidade, convidei a Congregação para a Doutrina da Fé a redigir, de comum acordo com os competentes Organismos da Santa Sé, uma Nota, através da qual se ofereçam à Igreja e aos crentes algumas indicações para viver, nos moldes mais eficazes e apropriados, este Ano da Fé ao serviço do crer e do evangelizar", revela.

Da mesma forma, será decisivo repassar a história da fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. O Ano da Fé também será uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade. "A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho. [...] Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro. [...] À Mãe de Deus, proclamada «feliz porque acreditou» (cf. Lc 1, 45), confiamos este tempo de graça", escreve.

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Bento XVI: "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele"
O Bispo de Roma convida também seus Irmãos Bispos de todo o mundo a comemorar o dom precioso da fé. "Queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda. Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver. Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste Ano, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do Credo. Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessara fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia. [...] Esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano".


Desafios

O Papa analisa que nos dias atuais, mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que  reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. "Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade", ensina.

Da mesma forma, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita".

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: "de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou", adverte.

Por fim, Bento XVI lembra que Jesus Cristo, em todo o tempo, convoca a Igreja, confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo.

"Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar.[...] Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus".